Entries for June, 2004

June 2, 2004


Quem planta Vento, colhe Tempestades


Nem é falta de material, é excesso. Mas eu queria postar aqui a minha matéria mais recentemente publicada no jornal da empresa. Exclusivamente porque acho que esse é um papo tremendamente importante e que requer medidas urgentes.
Falar só não basta...

Ação e Reação: O porquê de a FEBEM não dar certo

E eis que, da ação eficiente da polícia no dia 26, um dos nossos assaltantes foi pego em pleno delito e levado a justiça.
Foi mesmo?
O jovem, menor de idade, já com antecedentes, vai parar na FEBEM. Mas e daí? Qual o resultado disso?
Supostamente, todo menor deve ser tratado de acordo com um estatuto especial, desenvolvido exatamente para salvaguardar os seus direitos: o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). O pequeno volume, facilmente encontrado, discorre sobre as regras, direitos e maneiras de se lidar com jovens até os dezoito anos, àqueles indivíduos que ainda não podem ser cobrados de acordo com a lei vigente em nosso país.
Mas será que isso funciona?
Na teoria, tudo é muito bonito: o jovem receberia o respeito e tratamento merecido, digno, capaz de modificar o seu comportamento inadequado (se fosse o caso). Cada jovem brasileiro estaria livre da fome, miséria e da falta de educação.
Na prática, as coisas estão assustadoramente longe disso. O ECA não dá suporte factual para a manutenção da vida do adolescente desamparado. As regras benéficas não são cumpridas nem respeitadas. Pior: o ECA só funciona mesmo quando o resultado final é NEGATIVO para o jovem. É exatamente o caso da FEBEM.
Quando você entra em uma unidade da Fundação Estadual do Bem Estar do Menor, sente a amarga ironia logo no nome da instituição. De bem estar, a FEBEM não tem nada. Atualmente, temos dois tipos básicos de "abrigos" para menores carentes, abandonados ou contraventores (note-se que não fiz maiores distinções entre os três casos; é assim mesmo, na FEBEM não uma diferenciação realmente efetiva desses casos): o tradicional INFRA (infratores), para indivíduos de maior periculosidade, com toda aquela estrutura miserável e opressora que estamos cansados de ver pela televisão, e os chamados abrigos de convivência (regidos até então pelo SOS Criança, um subproduto da FEBEM que se imagina mais humanitário).
No INFRA não há liberdade. Se há algum exemplar do ECA no estabelecimento, ele deve estar guardado para ser usado na falta de papel higiênico. Os menores são extremamente mal tratados e oprimidos. O INFRA é, em todos os aspectos, uma "versão júnior" da cadeia. Mas de cadeia mesmo, onde ainda impera a ordem pela força.
Não que eu queira santificar esses meninos, ao contrário. Se chegaram ao INFRA, é porque são realmente muito perigosos. O problema está no fato de que a violência extrema com a qual são tratados não produz nenhuma melhora de comportamento, mas sim intensifica seu desequilíbrio social. Os infratores saem muito piores do que entraram.
E como o ECA funciona no INFRA? Só na hora dele sair de lá: todo o seu passado turbulento é "apagado", para que o jovem entre na vida adulta sem manchas que possam prejudicar o seu desenvolvimento. Nem a Carochinha conseguiria inventar história tão fantástica...
Pra começo de conversa, essa história de "passar uma borracha no passado negro" só funciona no papel. Ninguém esquece que o menino foi da FEBEM, suas chances de arranjar emprego e algum respeito, caso regenerado, são tão ridículas quanto ganhar na loteria. Ao invés disso, o jovem será socialmente marcado pelo seu passado, quer tenha mudado, quer não. O mais comum, evidentemente, é que esse jovem nem se incomode em tentar se adequar à sociedade. Marginalizado, piorado durante sua estadia na FEBEM, o jovem infrator entrará na vida adulta tão criminoso quanto antes, mas mais perigoso: agora ele tem a fixa limpa.
No segundo tipo de abrigo, o de convivência, o adolescente vive em uma espécie de semiliberdade. Saem os agressivos monitores, entram os despreparados educadores que, supostamente, darão o suporte necessário para que um menor venha a se tornar um cidadão de fato.
E o ECA, funciona aqui?
Funciona, mas de forma ainda mais absurda. O ECA só é trabalhado nos extremos, oito ou oitenta. Ou nenhum dos direitos é respeitado, ou o menor é tratado como vítima intocável, protegendo verdadeiros assassinos inescrupulosos, quase adultos, como se fossem crianças inocentes de sete anos.
Nos abrigos de convivência, menores abandonados dormem lado a lado com menores deficientes, homossexuais, órfãos, vítimas e criminosos, estupradores e ladrões, dependentes químicos e vagabundos. Estão todos lá, sob o mesmo teto, acobertados pelo mesmo ECA, como se cada caso não fosse único e particular.
Já ouviram aquela história da maçã podre no cesto? Eu tive o desprazer de ver isso acontecer bem na minha frente. Meninos que poderiam vir a se tornar grandes homens, caindo nas más influências de infratores que o sistema estupidamente não considerou "perigosos o suficiente". Deficientes mentais e estupradores convivendo diariamente, como se os últimos não fossem potencialmente uma ameaça aos primeiros. Homossexuais marginalizados ao extremo, sem nenhuma orientação sexual, arremessados em um ambiente opressivo. E, nessa inacreditável mistura de casos, tenta-se impor algumas regras.
Esses menores podem, em tese, ir à escola, fazer alguns passeios de final de semana, trabalhar. Parece promissor, não? Mas não é. Os infratores têm os mesmos direitos, quando estão no abrigo de convivência. Usam sua semiliberdade para cometer novos crimes, protegidos pelo ECA. Não se regeneram, não produzem, não melhoram. Apenas tornam-se "mais espertos".
Já os que são realmente inocentes, órfãos e carentes, até se esforçam. Estudam, trabalham e, se derem a sorte de escapar das drogas, da violência inata dos colegas, dos estupros, da agressividade dos funcionários que deveriam lhes proteger, tornam-se indivíduos tão valiosos quanto qualquer um de nós. Mas a sociedade está sempre pronta para pisar nos mais fracos. Quando o menor faz dezoito anos, acabou-se o pouco apoio que tinha. O jovem é praticamente despejado da FEBEM. Seu contrato de trabalho, nascido de um convênio entre empresas e a FEBEM, vence tão logo ele se torne maior. Após alimentar um sonho, uma esperança, a sociedade cospe na cara do jovem e lhe lembra de que ele é e sempre será um garoto da FEBEM. Todas as portas até então abertas se fecham, mais rápido do que o infeliz pode reagir.
Pronto.
Acabamos de criar mais desesperança. E, muito provavelmente, mais uma revolta. Talvez, mais um criminoso.
Onde está o Bem Estar desses menores?
Quem o ECA está protegendo, afinal?
Por que um adolescente de dezesseis anos pode votar, mas não pode ser responsabilizado criminalmente? Se ele já pode exercer sua responsabilidade social, que seja plenamente!
Que sistema hediondo é esse, que trata com a mesma severidade inocentes e criminosos?
Que a educação é o melhor (se não o único) meio para resgatar uma criança da criminalidade, quase ninguém duvida. Então por que a sociedade é conivente com essa hipocrisia institucionalizada, com essa violência constante contra todo e qualquer direito humano? Contra os direitos dos adolescentes, que precisam se reajustar, contra os direitos da sociedade, que precisa se proteger da agressividade insensata.
Ação e reação.
Nós não nos empenhamos em mudar nada. Não nos empenhamos em rever a situação desses garotos. Não nos dispusemos a separar o joio do trigo (porque, infelizmente, alguns garotos são mesmo irrecuperáveis).
Não houve ação.
Nossa "não ação" é prejudicial para esses garotos. Paradoxalmente, torna-se uma ação: a de não se importar. A reação deles, nós sofremos todos os dias. E será assim enquanto não reconhecermos, de uma vez por todas, que todo e qualquer problema social é um problema da sociedade como um todo. Todos têm que se envolver. Todos têm que resolver.


:: Por Caco, o Sapo às 01:19 PM :: 3 comments


June 7, 2004


I’m Not Here, ok???


Viagem ou não, eu sempre esperei que o Clube tivesse alguma missão sagrada a cumprir. De algum modo, meus textos toscos deveriam fazer algum sentido, mesmo que bizarro, no sistema geral das coisas.
Nunca fui um campeão de comentários, mas o que se vê hoje em dia é piada.
Não entendam mal: não estou reclamando, apenas reconhecendo que a vida útil do Clube está com seus dias contados (se é que o Clube já teve algo que fosse minimamente útil).
Assim, sem mais, vou me preparando para sepultar meses e meses de verborragia, idiossincrasias, viagens psico-místico-toscas para além (ou aquém) de mim mesmo. Um amontoado de sensações que não é plenamente compreensível ou digerível nem mesmo para seu único autor. Que é muitos, sabe-se, mas confinados em um único sapo calvo e barbudo.
Não dá para sustentar o Clube. Não depois dos atentados do dia 11, do Programa do Jacaré, da nova Nova Loira do Tchan, de chamarem a baranga da Juliana do BBB de chique, do renascimento do Maluf (mesmo com contas fantasmas por aí), da fragilidade grotesca do roteiro de Van Helsing, do fim definitivo do Zambinos, do lançamento do video-game inspirado no filme Clube da Luta. É mershandising demais para meu pobre “vernáculo”.
Talvez alguém venha a se lembrar deste espaço em alguns meses e queira visitá-lo. Se assim for, é preciso que haja algo aqui para ser visto, afinal.
Um site substituto e mais interessante, talvez?
Encontrar um substituto para o Clube não é tarefa fácil (ninguém voou tão baixo?). Consumiu bastante do meu escasso tempo. E o resultado é bom, muito bom mesmo, mas talvez precise ser melhor lapidado...
Então pré parem-se!
Vem aí...



O primeiro site a conter centenas de fotos de belas mulheres bocejando!
É isso mesmo! Agora, seu fetiche por deliciosas bocas bocejantes não é mais um esporte solitário. Aqui no “FOGOSAS BOCEJANTES” você vai ver tudo o que sempre sonhou!
Nossas fantásticas áreas restritas incluem:
#_____Bocas bocejando lambuzadas de batom
#_____Bocas bocejando com a língua entre os dentes
#_____Bocas asiáticas bocejando
#_____Bocas de mulheres maduras bocejando
#_____Bocas de ninfetas bocejando
#_____Bocas bocejando, com comida dentro (bocejo hardcore)
#_____Bocejo do mês

e a mais especial e desejada de todas:
#_____Bocejo das famosas
Atrizes nacionais e internacionais, flagradas no excitante momento de seus eróticos bocejos!
#_____Downloads: baixe aqui os sons eróticos dos melhores bocejos!
FOGOSAS BOCEJANTES:
O seu site do .... uaaaaaaaaaaaaaaaaaaah... prazer!


E antes que se diga que esse é mais um daqueles golpes espertinhos para atrair mais visitas, dessas artimanhas para reviver blogs que estão perdendo popularidade, esclareço:
Tosca e imperfeita, essa é só mais uma das minhas ironias pessoais, que só servem mesmo para ME divertir, eu acho.
Sarcasmo mascarado de humor, humor mascarado de despeito.
Pra variar, vamos esperar para ver aonde essa merda vai dar...



:: Por Caco, o Sapo às 07:44 AM :: 7 comments


June 18, 2004


It's All Relative


"Estes são os meus princípios. Se você não gosta deles, eu tenho outros"
Groucho Marx

Pensando bem, ninguém acreditou realmente que o Clube já era. Nem mesmo eu.
Acho que esse blog vai durar mais tempo do que deveria, por assim dizer.
Mas eu precisava saber, sentir, imaginar como seria me livrar dele.
Extirpá-lo da minha rotinazinha.
Colocá-lo no devido lugar.
Foi interessante imaginá-lo morto. Por alguns dias, eu quase acreditei. Mas acabei esbarrando aqui e ali com ele, com idéias dele, com o estilo Caco’s Fight Club de levar a vida. E nem poderia ser diferente porque, não sei se vocês repararam (eu não), mas esse estilo é meu e não dá para escapar muito disso.
O mais interessante foi caminhar pela minha rotina como uma lesma, deixando aquele rastro viscoso de tédio e morosidade atrás, até esbarrar com ele, bem na esquina da Direitos com a Deveres: Tyler.
Meu Nêmesis (que, como acontece com todos, é sempre uma faceta do “eu mesmo”).
Meu antagonista.
O lado negro da força.
O molho verde do Fandangos.
Do nada, eu acabei descobrindo as razões pelas quais eu comecei esse negócio de blog. Ou, por outra, por que eu continuei com esse negócio de blog. Não importa muito qual dos dois, o fato é que encontrei a essência do Clube da Luta, do Caco virtual, da minha conduta nestes posts incontidos.
E isso foi legal.
Legal pacas!
Me deu uma nova perspectiva sobre ele e me fez querer continuar. Não porque precisasse, mas por desejar realmente me comunicar.
Eu não preciso dizer o porquê do Clube existir, nem vocês precisam mesmo saber disso. Não nos acrescentaria nada agora. Deixemos como está, que só de saber já me sinto mais livre. Num momento propício, voltaremos à questão.
E eu tenho muitas e muitas coisas para dizer, questionar e satirizar, mas esse não é o momento. Fica pra daqui a pouco.
Agora, simplesmente um beijo em todo mundo!

E as coisas que talvez pudessem ser ditas, feitas e apreciadas, você não acompanhou por opção, por escolha própria. Talvez eu sinta muito por isso, ao longo da minha vida. Talvez não. Eu deixo que você encontre a sua redenção, porque a minha culpa eu já expiei faz muito tempo, e nem me apercebi disso...


:: Por Caco, o Sapo às 10:22 AM :: 8 comments


June 25, 2004


Ode à Paris Hilton – Uma Mulher Marcante



Quero deixar uma coisa muito clara: eu realmente, realmente, realmente perdôo todos aqueles que gostam do seriado da Paris Hilton.
Perdôo mesmo!
De coração!
A própria existência dessa moça é algo que transgride todas as leis da lógica, convertendo-se em uma das mais impressionantes bizarrias modernas, emparelhando-se com o inexplicável sucesso do Bonde do Tigrão ou a surreal opinião geral de que a Juliana do BBB é chique (mesmo andando como se tivesse acabado de descer do cavalo, ou como se estivesse assada, ou como se tivesse acabado de dar mesmo, que é o que estávamos pensando desde o começo).
Magrela de doer, Paris Hilton é gostosa.
Loira de feições comuns, Paris Hilton é marcante.
Rica num nível que eu nem consigo mensurar, graças à fortuna herdada, Paris Hilton é independente.
Bobinha de tudo, Paris Hilton tem estilo.
Desbocada e inconseqüente, Paris Hilton é sincera.
Avoada e desinformada a respeito do mundo, Paris Hilton é muito meiga.
Ah, mas é mesmo!!!
Ela lá, no meio dos caipiras babões, no meio da bosta de cavalo, vacas pastando.
Paris e a amiga, passeando pelo campo, vacas pastando.
Paisagem bucólica, salto alto no estrume, e... bom, vacas pastando (eu acredito na inteligência dos meus leitores!).
Paris Hilton é tão legal, Paris Hilton é tão sexy, é tão cool, é tão IN, é tão na moda, é tão tudo de bom, é tão... pausa para comercial de cigarros, perfumes e bijuterias... é tão tão! Quem não... pausa para comercial de sabonete, de bebida e de camisinhas ... adoraria conhecer essa mulher?
E ela quase nos engana quando cruza aquelas deliciosas pernas magras. Ou quando pisca um daqueles olhos sonsos... ou quando diz alguma besteira com aqueles lábios tão profundamente... sei lá... comuns.
E os caipiras, em rede nacional, no reencontro: ela foi algo muito especial na vida de nossa cidade, é a pessoa mais famosa que conhecemos. Isso será lembrado por muitos e muitos anos. Concordo! Sem dúvidas, não dá para esquecer algo assim...
Ah, Paris Hilton... a gostosa ricaça com quem todo mundo já sonhou!
Paris Hilton é ótima, é fabulosa! Que show de mulher, de pernas, de tudo. Tão nua que você nem nota a idiotice inerente. Tão idiota que você nem nota as pernas. Tão idiota e vazia que você nem nota que tudo é absurdo, desde o começo. Tão absurdo que uma magrela ignorante vira o fetiche sexual e econômico de uma parcela considerável do mundo.
A idéia do programa é simplesmente boa demais! Por isso mesmo, como toda boa idéia, naufraga logo de cara: a ironia sádica que brota espontaneamente, a lapada na cara inevitável que resulta do encontro de dois mundos tão absolutamente distantes e incompatíveis, o efeito devastador que a comédia ácida e mordaz de uma situação assim produz, tudo isso perdido pelo simples fato de o programa se levar a sério demais. Ou de menos. Ou a audiência levá-lo a sério demais. Ou de menos. Ou todo mundo levar Paris Hilton a sério demais. Ou de menos.
Ah, a deliciosa Paris Hilton.
Consumi-la é inevitável. Abraçar seu egocentrismo-inocente-lascivo, uma conseqüência.
Paris Hilton e seu programa são o ápice da cultura fetichista dos reality shows. Dá um pau em The Osbornes. Até a mesmo a gostosa-que-casou-com-rico-velho-e agora-é-uma-gorda (porque PODE ser gorda) e que estrela um patético programa no E! ficou para trás. Porque a coelhinha rechonchuda é assumidamente freak, trash. Ela mastiga a própria vida, de boca aberta, tão escancaradamente que não causa mais impacto do que um clipe do Manson, um programa do Ratinho ou um Notícias Populares (que descanse em paz).
Paris Hilton não. Ela é o máximo da moda, elegantemente regurgitada sobre si mesma. A obscenidade explícita de uma sociedade retardada, rotulada, embalada e lindamente posicionada na vitrine. Um luxo só, por assim dizer.
Um copo de água morna, talvez. Mas que belíssimo copo de cristal... e essa água, heim? Mineral, sim senhor! E esquentada a laser, vejam só!
Ah, Paris Hilton...
Como não perdoar quem gosta do programa dela?
O nível de infecção é grande demais para impedir. A falta de qualidade é arrebatadora. A bizarria é tanta que é impossível não ser seduzido.
E Paris e a amiga invadem as fazendas, os caipiras vendo as vacas pastarem...
Talvez eu seja crítico demais. Ou eu só quisesse escrever um post com a palavra lascivo... putz, que delícia de palavra, não?

Eu sou o ranço no intestino de Jack, inquieto com o som do estupro contínuo dos cérebros alheios...


:: Por Caco, o Sapo às 07:06 PM :: 5 comments


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Kermit, the Fight Frog
.Estudante de Ciências Sociais na USP, doido de pedra.
.Pretende se tornar um antropólogo - arqueólogo (sua carreira estará literalmente em ruínas).
.Rock de quase todos os tipos.
.Ao invés de soltar o Tyler Durden que há em cada um de nós pelas ruas, solta o verbo aqui nesse pedaço virtual de realidade humana.
.Yeah , eu sou o paliativo dos humores de Jack...


Clube da Luta, por Caco
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Way out in the water, see it swimming
With your feet on the air and your head on the ground
Try this trick and spin it, yeah
Your head will collapse if there's nothing in it
And you'll ask yourself Where is my mind?
But God licks your face - just like your dog
Succulent white, secrete revenge, god gives right for you & your laws,
you kill & dine, in cold sublime
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If you are reading this then this warning is for you. Every word you read of this useless fine print is another second off your life. Don't you have other things to do? Is your life so empty that you honestly can't think of a better way to spend these moments? Or are you so impressed with authority that you give respect and credence to all who claim it? Do you read everything you're supposed to read? Do you think everything you are supposed to think? Buy what you're told you should want? Get out of your apartment. Meet a member of the opposite sex. Stop the excessive shopping and masturbation. Quit your job. Start a fight. Prove you're alive. If you do'nt claim your humanity you will become statistic. You've been warned...
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Os gráficos e a edição em php e css foram feitos inteiramente por com o auxílio do Adobe Photoshop 7.0 e Dreamweaver 6.0.

O gráfico é uma montagem com várias fotos do filme Fight Club. A blogagem é garantida pelo Tabulas.


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