Entries for August, 2004

August 2, 2004


A Multidão de Solitários



É no mínimo curioso o fato de encontrarmos, cada dia mais, um bando de famintos carentes que, em contrapartida, são egoístas o suficiente para não retribuir qualquer afago, qualquer afeto.
Queremos atenção, mas nem cogitamos dá-la.
Queremos ser ouvidos, mas nem cogitamos dar aos que nos ouvem a chance de também serem ouvidos.
Queremos um ombro amigo, mas nem nos lembramos de oferecer os nossos (que, aliás, são dois: o suficiente para ajudar, pelo menos, dois amigos).
Claro, acho que ninguém nasceu com pinta de Madre Tereza (desconfio que nem a própria), mas não custava nada um pouco mais de consideração ao próximo.
Que seja. Apenas (mais) um desabafo.

Em tempo: HELLBOY ARREBENTA!!!


:: Por Caco, o Sapo às 05:40 PM :: 1 comments


August 4, 2004


Back in black



You want a way to be the same

Foram tempos estranhos, é verdade.
Tyler e Jack me colocaram no banco de trás e disputaram a socos e pontapés o volante. Eu passei um tempo observando a briga, sem me envolver diretamente. Ah, deixa os caras dirigirem um pouco também, vai...
Mas o Jack é um conformado, o Tyler é um maníaco e eu sou um intrometido. Então coloquei as crianças lá atrás outra vez e tomei as rédeas dessa bagaça. Claro, isso não evita que os dois palermas passem o dia todo buzinando no meu ouvido, metralhando 200 palavras desconexas por segundo. Isso me diverte em boa parte do tempo, mas nem sempre. Pode atrapalhar um pouco o meu senso de direção.
Coincidência ou não, as aulas voltaram com o juízo. Eu queria mesmo voltar, mas a notícia ficou muito mais aprazível na voz e biquinhos da Renata Vianello, a Nicole Kidman do jornalismo brasileiro. TKX, Band News!
Comunista aposentado, anarquista frustrado, hoje posso dizer que já vendi uma porcentagem considerável da minha "identidade" para o "nosso" doce capitalismo. Considerando que dá pra pagar as minhas contas até com uma boa folga, fiz um ótimo negócio. Em suaves prestações e no cartão de crédito, claro...
Descobri que a minha vocação (se é que de fato tenho alguma) é lidar com esse lance de comunicação. Ou, mais apropriadamente, com esse lance de embromação. Vale ouro, meu filho!
E enquanto o Filter toca eternamente American Clichê, vou re-produzindo o Caco de sempre, mesmo que numa embalagem diferente (por sinal, alguém pode tirar esse laço amarelo e mal feito daí?).
E, pra ser bem honesto, mal posso esperar para ver aonde é que vamos chegar (parar não é bem o termo, que essa meleca nunca vai parar). Se hoje o que vemos por aí são vikings de periferia, em poucos anos os filmes de Mad Max vão parecer contos de fada pra criancinhas dormirem...
Divertido de uma maneira sádica, mas se você não tem cão, cace com uma UZI. Aposto, aliás, que é mais fácil de encontrar do que um Labrador de primeira linha. Ou um São Bernardo (que não tem nada com essa história, mas eu adoro São Bernardos).
Também, como esperar mais?
Vem cá, pensa comigo: se a hipocrisia é (nem vamos tentar provar o óbvio) um dos principais sustentáculos da sociedade atual, como esperar humor diferente? Já é preciso agradecer por haver algum humor, mesmo que limoso.
Tempos estranhos esses que vivemos. Até um moleque de 11 anos pode causar um prejuízo de milhões, seja com um desses "perigosos brinquedos da tecnologia moderna" (dando uma de hacker do mal e invadindo algum site importante), seja com um desses "maravilhosos brinquedos da nossa infância" (soltando um desses balões de merda que, teleguiados pelo azar dos diabos, sempre acertam algo caro e terrivelmente inflamável).
Tenha medo das quadrilhas de bebês, perigosamente armados com suas chupetas babadas e toda essa nossa bagagem de violência perene.
Já estamos vendo casos e mais casos de filhos que entram na justiça para se divorciarem dos pais. Seria trágico, não fosse tão cômico (ou a relação aqui é contrária? Nem eu sei mais).
Acho que, pra facilitar de uma vez, deveríamos já usar o nariz vermelho dos palhaços, full time.
"Querido, você esqueceu sua gravata e seu nariz de palhaço!"
"Hei, você está diferente hoje... nariz de palhaço novo?"
"Mãos ao alto, cara! Vai passando a carteira, o relógio e o nariz de palhaço!"
"O meu nariz de palhaço tem história: é herança de família, meus avós já usavam lá em Portugal..."

O meu eu já comprei. Nunca se sabe quando eles vão estar na moda.
Por favor, me avisem quando for possível se divorciar também da sociedade...


:: Por Caco, o Sapo às 11:54 AM :: 4 comments


August 20, 2004


Oh, my Goddess



But I'm not a slave to a god
that doesn't exist
But I'm not a slave to a world
that doesn't give a shit


Foram-se os dedos, mas eu paguei mais caro nos anéis mesmo....
Tyler e Jack continuam rindo e contando piadas sujas, lá no banco de trás, comendo uma pizza amanhecida e discutindo quais saltos deixam as pernas femininas ainda mais atraentes.
Papo cabeça.
De minha parte, estou me divertindo. Entre as infernais caminhadas modorrentas para tentar resgatar meu pobre FGTS e o mais do que excelente reconhecimento profissional (seguramente, estou na minha melhor fase até agora, trabalho ótimo, ambiente fantástico, dinheiro idem...), vou levando as coisas com um bom humor ímpar. Cansado, é verdade, mas feliz. E o "pior" é que hoje eu nem estou fazendo ironias, vejam só vocês!
Não me bastasse a felicidade profissional, o currículo bacana na faculdade e a simetria no amor, ainda estamos às portas do meu aniversário (aka tempo de ganhar um bom número de presentes) e até mais perto do aniversário desse blog (pois é, eu ainda comemoro isso...).
Consegui os importados que eu tento queria, estou ouvindo os cds que eu tanto curto, tem show do Sepultura logo logo (e barato!), estou nas boas com a minha mãe... putz, dava para ser melhor?
Dava. Ou melhor, dá!
Lá vem a escultural deusa do theatro (sim, foda-se, peguei pesado mesmo, e daí?), Christiane Torloni, num monólogo que promete! Evidentemente, não perderei.
O que?
Agradecer a deus pelas graças conquistadas?
É óbvio que não!
Caso o onipresente esteja mesmo lá em cima, o danado não nos deu o tão cantado e decantado livre arbítrio? Nesses casos, parabéns para mim mesmo que abri meu espaço, ou que puta sorte que eu dei.
Mas quer saber?
Num mundo tão complexamente infectado por coisas desagradáveis, só o fato de encontrar tantas coisas legais juntas já é um negócio excepcional!
Pra não parecer tão herege: obrigado!
Pra quem, vai da crença (e da capacidade de ler nas entrelinhas) de cada um...

Mas para dar uma colher de chá: obrigado aos genes, verdadeiros senhores da vida, que transformam tudo o que podem só para facilitar o caminho de seus veículos para o futuro (nós mesmos). Graças ao seu invencível instinto de sobrevivência, posso gozar ao máximo os tantos prazeres da rápida existência humana. É uma troca bem justa, afinal...


:: Por Caco, o Sapo às 05:24 PM :: 1 comments


August 25, 2004


P.S.



Eu me esqueci de agradecer aos genes por terem produzido um veículo de sobrevivência tão perfeito quanto Lady Torloni (já estamos programando para vê-la novamente no teatro...).
Também me esqueci de dizer que as coisas, que já estavam muito boas, ficaram ainda melhores depois de ver Olga no cinema (e, pasmem, conseguiram fazer um ótimo filme, não deram a tradicional cagada nas adaptações de livros maravilhosos).Devo completar dizendo que sou um bunda-mole de marca maior, porque ia lembrando do livro enquanto via o filme e... bom, foi só um cisco, ok??? Só um cisco!!! Ah, merda...
Também me esqueci de mencionar que meu aniversário é amanhã.
E esqueci de mandar um beijo pro meu pai, pra minha mãe e pra você (levantando a saia da Xuxa e mordendo a bunda dela).
Lamento, eu também tive uma infância infame...


:: Por Caco, o Sapo às 04:24 PM :: 1 comments


August 26, 2004


26 em 26



E todo mundo merece ter seu momento egocêntrico de "hei, o especial hoje sou eu!!!" Hoje é o meu dia, já que é o meu aniversário.
Não adianta disfarçar, dando uma de mensagem invisível. Aniversário é, por excelência, a comemoração do "eu sou mais eu". Ou, por outra, uma certa expectativa de ser o centro das atenções, mesmo que seja só por um dia, ou por algumas horas do dia.
Vai daí que, se pensarmos direito, o valor do aniversário não está na data em si (disse e repito: parabéns pelo que, por continuar vivo???), mas sim na lembrança da importância individual, no valor pessoal de quem o faz. É um dia para ser amado, para se sentir bem.
Acho que o mais importante é receber o carinho daquela pessoa que vai te acompanhar pro resto da vida (quiçá para além dela): você mesmo.
Aniversário é data para fazer as pazes consigo mesmo, perdoar os próprios erros, amar intensamente quem te ama, cuspir na cara de quem te faz mal, reencontrar os vários "eus" que teimam em habitar um mesmo corpo.
Amor próprio. Sentimento basilar do ser humano (e, acredito piamente, combustível inesgotável para o sucesso, quando bem direcionado). Um sentimento a ser evocado nessa data.
Não sou plenamente feliz. Em teoria, acho que ninguém o é. Mas como é gostoso atravessar uma fase assim, tão intensamente prazerosa, tão rica em felicidades, nos mais diversos campos.
Eu estou profundamente satisfeito. Talvez, até equilibrado (algo raro em se tratando do Caco que eu mesmo conheço).
Por ser um momento único, exatamente como qualquer outro, esse é um bem adquirido que jamais poderá me ser roubado. A felicidade de agora é, exclusivamente, a felicidade de agora. O agora se encerra no momento presente. E é impossível alterá-lo.
Se tiver Lua hoje, eu juro que uivo pra ela, na mais honesta e intensa demonstração de humanidade e, por isso mesmo, na mais completa celebração da animalidade inata.
E como é bom abraçar todos os cacos que dão dimensão e identidade a esse Caco...

Eu me dou os parabéns!



:: Por Caco, o Sapo às 06:01 PM :: 4 comments


August 30, 2004


Bestiário



Existem certas criaturas na minha vida que merecem um destaque. Não que eu esteja insinuando que sejam criaturas algo grotescas! São figuras ímpares, isso sim, facilmente reconhecíveis graças as suas inusitadas peculiaridades. Dando provas da minha inestimável admiração por esses seres, aqui vai uma singela listinha de seres quase míticos que já esbarraram ou esbarram comigo por aí...

Eu mesmo
Nenhuma lista de seres bizarros ficaria completa sem que eu estivesse nela. Se não, vejamos: careca, com anéis e um não-cavanhaque displicente (bigode é algo que a natureza fez questão de me negar), fã do Marilyn Manson que chora no filme da Olga (e a Missão e mais um monte de filmes...), colecionador de quadrinhos e bonecos de super heróis que é absolutamente tarado e fetichista por mulheres de salto alto e unhas compridas, vítima total de Tensão Obsessiva Compulsiva com relação a lavar mãos e trancar portas, cético que usa um Tau de São Francisco (e não sai de casa sem ele), antropólogo-sociólogo que detesta política, facilmente dominado por qualquer cachorro ou bebê babão, dançarino especializado na modalidade “dance-no-meio-da-rua-só-que-sem-nenhuma-música”, um dos dois únicos fãs do Skunk Anansie (a outra é a Vênus... se bem que o Orkut conseguiu me apresentar mais 100 outros desiludidos), não leva nada a sério... e isso é só um preview! Honestamente, eu mereço o meu lugar nessa lista!

O Palhaço do Trem
Não sei para vocês, mas para mim é bastante inusitado ver um palhaço andando de trem SEM pedir dinheiro ou se apresentar. Ainda mais se o tal palhaço tem cara de poucos amigos e ainda fuma dentro do vagão. Figurinha bizarra, o mal encarado Palhaço costumava apagar o cigarro na sola do seu sapato gigante. Meu único arrependimento é nunca ter puxado um papo, mas talvez tenha sido melhor assim: ele poderia facilmente apagar o cigarro no meu olho...

O Mochila
Esse faz parte dos fantásticos seres da faculdade. O Mochila é alguém tão misterioso quanto o Slash: jamais vimos a cara deles.
O Mochila é assim apelidado porque ele sempre anda com a mochila na frente do rosto, literalmente falando. Ninguém jamais conseguiu conversar com ele, muito menos dar um close na simpática carranca. E não foi por falta de tentativas: tem até banca de aposta para ver quem consegue arrancar alguma coisa do rapaz.
Uns acham que ele deve ser meio feio, outros que ele é absolutamente tímido, todos concordam que ele já se transformou em mito. Pra mim, o cara é alguém famoso... sei lá, o Elvis. Daí o lance da mochila: para não ser reconhecido. Vai pra lista com louvor, é claro.

O Profeta
O ilustre profeta nunca vai até a USP: ele deve MORAR lá!
Sua barba desgrenhada e seu cabelo seboso já se uniram faz muitos séculos, criando uma carapaça impenetrável (que deve ter suas desvantagens, como para dormir, por exemplo). O Profeta é o símbolo das sociais, seja pela roupa estilo “liquidação do império romano”, seja pela sua postura “estou aqui com prisão de ventre, mas vou fingir que estou filosofando”.
Dizem que a última vez que ele lavou os pés foi lá na Santa Ceia, pelas mãos do Homem. Não deu muito resultado: Nem JC poderia tirar as marcas de lama que ele carrega desde o dilúvio...

O Maquinista do Mal
Andar de trem é legal por causa dessas coisas: você conhece as melhores figuras do imaginário popular, só que em carne e osso. Esse maquinista representa bem o que eu quero dizer...
Estávamos na estação Mooca quando alguns rapazes seguraram a porta. Normalmente, o maquinista diria algo como “atenção, esta composição não circula com as portas abertas. Favor liberá-las”, mas não o nosso maquinista do Mal... Delicadamente, esse respeitável senhor vociferou: “ Atenção: o corno aí que está segurando a porta, larga logo essa porra ou vamos todos nos atrasar para pegar a sua mãe lá na zona”. Não bastasse esse sutil pedido, quando chegamos no Brás ele mandou mais uma: “Estação Brás. O corno que segurou a porta lá na Mooca, faz favor de descer de uma vez e avisar para sua irmã que mais tarde eu vou lá cuidar dela...”.
Não houve quem não se impressionasse com a habilidade do homem para resolver problemas. Mas o melhor estava por vir....
Uma semana depois, no Ipiranga, o incidente se repetiu: algum babaca segurou a porta, e foi no meu vagão... O Maquinista do Mal (reconheci facilmente aquela voz arretada) mandou uma de suas pérolas: “a bichinha aí que está segurando a porta... larga logo que isso não é o pau do seu namorado!” Os jovens riram um pouco, fizeram barulho e nada de largar a porta. Dali a pouco apareceu um baixinho careca do lado de fora do trem e ficou em frente a porta com a cara mais nervosa do mundo. Um dos jovens virou para outro e perguntou “por que será que esse corno do maquinista não põe essa merda de trem para funcionar?”. Mas quem respondeu foi o baixinho careca do lado de fora, “é porque o corno do maquinista está aqui na sua frente, olhando para essa sua cara de merda, decidindo se te soca ou se te chuta!” e, nessas, deu um empurrão no moleque, liberando a porta.
Confesso que nunca mais vi o Maquinista do Mal. Ou ele foi mandado embora, ou deram um sossega-leão nele. Espero que tenha sido a primeira hipótese: seria duro demais imaginar tão inacreditável figura novamente aprisionada aos padrões morais da CPTM...

O Intelectual de Sebo
Houve um tempo em que nada era mais divertido do que ir até um sebo de Santo André. O atendente de lá era verdadeiramente um intelectual! Além de ser a única pessoa que eu conheço a pronunciar Durkheim como “Durquém-Ráimi”. O figura sabia sobre todo e qualquer tema, mas o impressionante é que nunca tinha lido nenhum livro atém além do prefácio (desconfio que nem isso, sei lá se era alfabetizado...). Seu olhar superior, sua empáfia, o cara era impagável! Só deixou mesmo de ser divertido para ser assustador quando ele me disse, com todas as letras que “o comunismo e o capitalismo foram inventados pelos Irmãos Marx”. Tive que me privar de suas pérolas, temendo que aquilo fosse contagioso...

O Agente Secreto
Mais um USP-ser. Esse aqui adorava pegar o fretado, usando um “uóqui-tóqui” onde sussurrava códigos e palavras, sempre olhando para os lados. Fazia umas anotações estranhas e voltava para sua “missão”. Um agente secreto perfeito... pena que não era secreto, já que todo mundo podia vê-lo fazendo seu dever para com a nação. Impagável vê-lo em ação na praça do Relógio...

O Homem-Seborréia
Pense no Joselito. Pensou? Multiplique por 100 no grau de estupidez. Já foi? Agora imagine que seu cabelo e pele sejam grudentos e que a água nunca tenha visto tal ser. Chegou lá? Ótimo, aí está a figura. E o melhor: ele liga do celular para casa quando entra no fretado só para dizer: “mãe, estou no ônibus”. Isso, aos berros. Mais bizarro, impossível.

Meu Professor de Política
Desse eu sou fã de carteirinha. Cético, pessimista, sarcástico, cínico, fundamental.
Um cara que pára uma aula e diz: “bom, semana que vem não vai ter aula porque...bom, o negócio é que vai rolar um filho aí e eu não vou poder dar o cano...” (referindo-se, com uma cara pouco simpática, ao nascimento do próprio filho) merece atenção.
Mas quer saber? O cara é um tremendo coração, bacana pacas. Vai por mim...

Meu Professor de Sociologia 1
O cara é, simplesmente, o próprio Obelix. Precisa dizer mais?

Meu Professor de Geografia
Um alemão que fumava cachimbo na sala de aula e que foi roadie do Pink Floyd. Recuso-me a dar maiores explicações!

A Motorista do ônibus
A moça é a musa do trânsito. Simpática e bonita, a Motorista dirige bem, mas quase causa acidentes. É que simplesmente TODOS os motoristas de ônibus querem passar do lado dela, falar com ela, etc, etc. Já vi motoqueiros quase beijarem o poste por ficarem tempo de mais olhando a Motorista. Ela não é a Monica Belucci, mas é bonita. Mas o que ferra mesmo é o fato de dirigir um ônibus: a galera parece não estar pronta para essa “revolução”, ou tem gente com taras fetichistas ainda mais intensas do que as minhas...

E numa próxima oportunidade, eu alimento ainda mais essa lista tão peculiar...


:: Por Caco, o Sapo às 03:46 PM :: 2 comments


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Requirements
.ie 5+
.Netscape é o demo!
.respeito
.feedbacks


Kermit, the Fight Frog
.Estudante de Ciências Sociais na USP, doido de pedra.
.Pretende se tornar um antropólogo - arqueólogo (sua carreira estará literalmente em ruínas).
.Rock de quase todos os tipos.
.Ao invés de soltar o Tyler Durden que há em cada um de nós pelas ruas, solta o verbo aqui nesse pedaço virtual de realidade humana.
.Yeah , eu sou o paliativo dos humores de Jack...


Clube da Luta, por Caco
Arquivos
Arquivos do CC Net
Arquivos do Blig

Stop
Where is my mind?
Way out in the water, see it swimming
With your feet on the air and your head on the ground
Try this trick and spin it, yeah
Your head will collapse if there's nothing in it
And you'll ask yourself Where is my mind?
But God licks your face - just like your dog
Succulent white, secrete revenge, god gives right for you & your laws,
you kill & dine, in cold sublime
We don't need who you think you are


Warning!
If you are reading this then this warning is for you. Every word you read of this useless fine print is another second off your life. Don't you have other things to do? Is your life so empty that you honestly can't think of a better way to spend these moments? Or are you so impressed with authority that you give respect and credence to all who claim it? Do you read everything you're supposed to read? Do you think everything you are supposed to think? Buy what you're told you should want? Get out of your apartment. Meet a member of the opposite sex. Stop the excessive shopping and masturbation. Quit your job. Start a fight. Prove you're alive. If you do'nt claim your humanity you will become statistic. You've been warned...
Tyler


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