| September 1, 2006 |
| Mitologia Reversa Capítulo I Chega de derivados do leite Até então, estava sendo mais uma madrugada comum e tranqüila na minha vida. O que, resumidamente, quer dizer que já eram três horas da madrugada e eu estava espalhado em minha cama, trocando de canais freneticamente, fugindo do computador ligado no quarto ao lado. Este, por sua vez, estava esperando pacientemente que eu viesse a me sentar e terminasse um trabalho cretinamente subjetivo, para entregar no dia seguinte, para um professor nazista e sarcástico que tinha espasmos de prazer ao fazer seus alunos chorarem em plena sala de aula. Em suma, uma noite completamente comum. Na segunda rodada de trocas de canais, me dei conta de que a tv aberta não conseguiria me manter afastado do computador. Fazendo um rápido cálculo, reconheci que em menos de trinta segundos arremessaria o controle contra a parede e seria forçado a me arrastar deprimido pra frente do PC para dar início a minha longa seção de bronzeamento artificial. Mestre na arte de protelar, preferi seguir reto pelo corredor, descer as escadas e procurar algo para comer na cozinha. É preciso entender que minha mãe é, em sua essência, uma eterna mineira. Assim, os únicos frios disponíveis para meu ataque noturno eram fatias de queijo numa bandeja branca de isopor (conferindo ao queijo um acentuado sabor de... isopor). Para acompanhar, meio copo de iogurte sabor morango que, estranhamente, também tinha um sutil toque de isopor em seu sabor. Uma ceia digna de deuses, pensei eu. Foi mais ou menos na segunda mordida d meu sanduíche que comecei a ouvir aquele funga-funga característico. Você o conhece. É aquele barulhinho agradável que todo cachorro faz ao explorar com suas narinas algo que lhe chamou muito a atenção. Este, por sinal, parecia ser o funga-funga de um cachorro bastante educado e levemente tímido (tanto quanto é possível analisar o funga-funga de um cachorro desconhecido, que você não está vendo e nem sabe exatamente onde está). Foram precisos apenas alguns segundos para que eu reconhecesse que o funga-funga vinha do lado de fora da porta da cozinha, que dava para o quintal. Como eu não tenho nenhum cachorro no momento (nem nenhum cachorro me tem, já que a relação deve ser sempre equilibrada), era no mínimo esquisito ouvir aquele som no meio da madrugada. Mais curioso do que preocupado (lembrem-se, era só um funga-funga tímido), abri a porta pra ver que bicho isso tudo ia dar. Ainda estou um pouco arrependido disso. Do lado de fora, três figuras estranhas me olharam, cada qual de um modo peculiar. O velho barbudo de um olho só abriu um largo sorriso e veio em minha direção, como faz um velho amigo ao encontrar uma pessoa muito querida. Recebi seu entusiasmado abraço como recebe alguém que abre a porta de casa no meio da madrugada e dá de cara com um alegre velho barbudo e desconhecido. Agachada e limpando a ponta de seu focinho cumprido, uma criatura bronzeada e esguia parecia completamente desconfortável. Seus olhos brilhantes pareciam constrangidos de uma forma tão completa que era impossível não reconhecer neles um amável pedido de desculpas. Ao fundo, uma figura envolta em um manto azulado parecia tremendamente empertigada e contrafeita. Empurrou de leve a figura canina para dentro de minha cozinha e cuidou ela mesma de fechar a porta. Agora as três criaturas estavam ao meu lado, no meio da minha cozinha, aparentemente ignorando a melhor expressão de espanto que eu já formulei em minha vida. Ficamos alguns segundos em um silêncio bobo e constrangedor. O velho barbudo ainda me dava tapinhas satisfeitos nas costas, enquanto a figura canina encolhia-se em um canto. - Bem! – disse a mulher do manto azul, em tom não exatamente cordial. - Bem...? – respondi, um tanto incerto do que diabos aquilo tudo significava. - E então?? – devolveu ela num tom ainda menos cordial. Respirei fundo por um instante e tentei parecer o menos estúpido possível. - E então o que? – disse, sem muita firmeza. Honestamente, comecei a pensar se não era melhor evitar comer coisas com gosto de isopor. - Ao menos um lugar para me sentar, seria possível? – retornou a mulher. Dessa vez, qualquer traço de cordialidade foi substituído por um profundo ar de desprezo. A figura canina ergueu-se e pude finalmente contemplar a sua altura. Se eu fosse jogar basquete com o pessoal na rua, com certeza eu chamaria aquele cara pro meu time. - Creio que o senhor tenha sido informado de nossa chegada... estou correto...? A voz daquele homem não era nada comum. Era um som muito grave e profundo, mas envolvido num tom muito delicado e baixo. No início e no fim das frases, sua voz subia rapidamente num tom agudo que ele tentava abafar, um som muito parecido com um ganido de um cão. Por sinal, Era uma figura perfeitamente humana, exceto pelo fato de que sua cabeça era de um enorme cão negro e focinhudo. Vendo a minha cara de ponto de interrogação, a mulher de azul soltou um suspiro irritado. - Eu deveria saber que aquele cabeça de vento não conseguiria cumprir nem mesmo uma tarefa tão simples. Nessa altura dos acontecimentos, reparei que no ombro esquerdo da mulher havia uma bela coruja branca olhando-me tranqüilamente. Não sei exatamente qual é a relação, mas foi aí que retomei o controle da situação. Bom, em termos. - Pra começar, quem diabos são vocês e o que faziam no meu quintal, às três horas da madrugada??? O velho deu uma tremenda gargalhada e soltou a mão pesada novamente contra minhas costas. - Não somos demônios, ó mortal acabrunhado! Longe disto! Somos deuses e é tudo o que somos! Pelo sangue de Ymir! - Eu preferia que não falássemos em sangue, por hora – disse num suspiro o homem com cabeça de cão. - Como você já deveria saber. Somos deuses. Viemos e deveríamos ser esperados. No mínimo, algum festejo. A mulher decididamente não parecia feliz. Concluí que mulheres e deusas não possuem assim tantas diferenças e que TPM não está entre elas. - Hum.. deuses... sei... esperados, não é? Para quê? Existe uma regra maravilhosa em minha rotina: vale qualquer coisa pra não terminar um trabalho de faculdade. Inclusive interromper um lanche na madrugada para bater papo com seres divinais. Tudo o mais, como lógica, bom senso e os vínculos com a realidade, pode esperar. Foi o cachorrão quem tomou a dianteira nas explicações, com uma expressão contrita de dar pena. - Bem, o que se sucede é, basicamente, o seguinte. Nós, cada um dos três, fomos enviados por nossos... compatriotas... para aprender a lidar com o que vocês humanos chamam de sociedade moderna. Nós meio que... perdemos o jeito, sabe? Com vocês, humanos... - Nós viemos para ficar algum tempo. – concluiu a mulher – Isso é tudo o que você precisa saber, por agora. Em meu cérebro, uma vozinha começou a urrar com tamanha intensidade que acordou todos os demais lá dentro. Tenho quase certeza, aliás, que alguém berrou um palavrão que eu nunca tinha ouvido antes. Um nome apareceu brilhante, em néon, piscando sem parar. Alguém para culpar por toda aquela história absurda. - Vocês não vieram aqui do nada. Alguém lhes deu a “dica”, não é mesmo? O cão assentiu, educadamente. - E eu posso saber se o cara atendia pelo nome de ... Seth? Novamente, o ser canino balançou a cabeça, afirmativamente. - Suponho que não tenho muita escolha, não é mesmo? Eu posso recusar essa visita? A mulher soltou um único e breve sorriso. - Não me faça rir. Agora, adiante. Onde iremos repousar? Em algum lugar dentro de mim, a lógica se trancou no banheiro, encostou a arma na testa e disparou. Ninguém deu muita atenção ao fato.
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| September 6, 2006 |
| Mitologia Reversa Capítulo II Café com Oswald Esparramado em minha cama, o velho barbudo de um olho só parecia um gigante bêbado e sujo. Na verdade, ele era um gigante bêbado e sujo e é inacreditável o quanto isso o descreve tão bem. Chego a duvidar que tenha existido algum gigante mais bêbado e mais sujo do que ele. E é consideravelmente uma pena que justamente este exemplar se encontrasse sobre a minha pobre e mirrada caminha. Ainda sinto saudades dela. Mal se jogou violentamente contra a cama e o velho já estava roncando. Fiquei, na verdade, com a impressão de que ele já roncava durante a queda. Impressionante. No quarto só havia a minha cama e a do meu irmão, devidamente ocupada. A mulher pareceu conformada com isso e puxou um banquinho branco de plástico para perto da porta. Tirou o monte de roupas usadas que eu e meu irmão jogávamos sobre o banquinho e sentou-se, terrivelmente reta como um soldado com torcicolo em pleno exercício. O banquinho tinha uma rachadura que se alargava levemente com a pressão das partes baixas de um usuário. Se você se mexesse, um pouquinho que fosse, levaria um belo beliscão na bunda, tudo por culpa da rachadura. Foi com prazer que ouvi o curto, leve e dolorido “Uh!” vindo da mulher, enquanto ela tentava se ajeitar no banco. Discretamente, levantou-se e pegou um punhado das roupas para servir de forro (não sem antes ter um certo trabalho para desenganchar o manto azulado da rachadura assassina). O ser canino sentou-se ao pé da cama e ficou olhando com certo embaraço para uma almofada velha que eu usava como apoio para ler. - Posso...? – perguntou, num fiapo de voz. Deitou-se no chão, a cabeça apoiada na almofada, como fazem os cachorros. Ficamos eu e a coruja olhando a cena, num misto de perplexidade e falta do que fazer. - É, não é moleza. – disse a coruja. Tentei ignorar o fato de que uma coruja branca falava comigo. Naquele momento, minha lógica ainda estava trancada no banheiro, o cérebro espalhado pela parede, e ninguém ainda tinha se interessado por isso. - Não sabia que você falava. – disse a ela, tão naturalmente quanto faz qualquer um quando conversa com uma coruja. - É, eu não dou muita bandeira, sabe? Se você não tem nada muito esperto pra falar, talvez seja o caso de ficar de bico calado, certo? Mas achei que você precisava conversar um pouco, então estamos aí. - Obrigado, eu acho. - Por nada! É pra isso que as corujas falantes existem, é ou não é? - Não sei, nunca tinha me encontrado com uma antes. - bom, não está perdendo nada, na verdade. Algumas são um pouco arrogantes, ou neuróticas, ou abestalhadas, ou um pouco de tudo isso. É a vida. Não se pode esperar muito de uma coruja que vive no ombro de uma deusa, sabe? Hey, por sinal, você tem algum banheiro por aí? Levei a animada coruja branca para meu banheiro e, com espanto, vi-a usar o vaso sanitário. -Rapaz, você não sabe o quanto essa vida é dura. Quer dizer, você não pode ficar cagando o tempo todo quando está lá, no ombro da deusa. Pega mal e muita coruja teve um fim bem desanimador por conta disso. Então, você tem que ficar lá, quietinha, com cara de conteúdo, enquanto seus intestinos gritam e choram. Não é fácil, não mesmo. Tenho que evitar as fibras, é um saco. Ah, mas que descuido meu! Nem me apresentei, né? Olá eu sou a coruja! Por mais óbvio que aquilo fosse, achei que em contexto (uma ave falando enquanto usava meu vaso sanitário, atrapalhada pelo ronco do gigante bêbedo e sujo que destruía minha cama) era uma boa forma de se apresentar. - Hum, e eu sou o Caco. Prazer. -É, to sabendo! Bom, mas pode me chamar de Oswald. Ninguém se preocupou em me dar um nome porque, como eu disse, a vida útil de uma coruja falante não é lá grandes coisas, mas eu curto Oswald. Então, ficamos assim. - Tá, ok Oswald. - E esses caras também nem se apresentaram, né? Vou te contar, esses deuses são meio pirados. Pode não parecer, mas vai por mim. - Deu pra notar... - Ih, cara, você ainda não viu foi nada. - Bom, mas eu acho que sei quem são eles. A coruja Oswald soltou um barulho esquisito que não se parecia com uma risada, mas era pra ser. - Bem que falaram que você era um cara esperto. Então vai lá, quem são eles? - O barbudo de um olho só pode ser Odin, o deus nórdico. - Boa, cara, muito boa. É o velho mesmo. Ta manjando, hein? - O rapaz com cara de cão só pode ser o egípcio Anúbis. Oswald fez uma careta que eu imaginava ser impossível para uma coruja. - Não cara, nada de cão, fala sério! Se ele te ouve, fica um mês deprimidérrimo! Chacal, sacou? Cabeça de chacal. Mas é o bom e velho Anúbis, pode apostar. - Ok, chacal então. E a deusa rabugenta que vai dormir com beliscão na bunda é Athena, acertei? Oswald voou até meu ombro e não pude deixar de pensar que aquela ave tinha acabado de usar o banheiro, mas não a vi usar o papel higiênico. - Cá pra nós, é ela sim. Mas olha, chama a mulher de Minerva. Ela ta de mal com as tradições gregas e tal, a coisa ta feia. Então, Minerva e não se fala mais nisso. Melhor assim. Fui descendo novamente para a cozinha, para trancar a porta. No caminho, lembrei que meu lanche ainda estava me esperando, pela metade. No meu ombro, Oswald continuava a falar. - Esses caras estão passando por uma reciclagem, manja? Eles não apitam mais nada e é exatamente esse o problema. Que porcaria de deus é você, se seus fiéis te acham um completo idiota? Então o negócio aqui é se modernizar. É botar essa gente pra fazer o futuro. Depende de nós, Caco meu chapa. - Nós??? - É, você vai dar esse suporte, camaradinha! - Não me leve a mal, Oswald, mas isso eu já entendi. O que eu não consegui perceber é como “nós” vamos fazer isso. - Ah, relaxa, vai ser divertido. Tem café aí? Eu adoro café. Servi uma xícara de café para a ave e sentei ao seu lado, para terminar meu lanche. - Oswald, você é uma coruja falante, certo? - Brilhante, cara! - Não, repare bem. Você é uma coruja. Falante. Que passa a maior parte do seu tempo segurando a vontade de ir ao banheiro, pendurado no ombro de uma deusa com alguns problemas existenciais. Sem querer ofender, como é que você vai poder ajudar nisso tudo? Oswald tomou um enorme gole de café e sorriu ao modo como todo mundo já viu as corujas sorrirem. - Nem se incomode, não me ofendi. Quando se está conversando e tomando café com uma coruja, certas coisas perdem o sentido. Como por exemplo, a conversa fazer algum sentido. Ao modo de Odin, preferi dar um tapinha nas costas de Oswald e me preparar para concluir o maldito trabalho de faculdade. - Beleza, Oswald. Confio em você. - É assim que se fala, camaradinha! Hey, aonde você vai? - Vou terminar um trabalho de faculdade. Tenho que entregá-lo logo e mal o comecei. Oswald soltou um assobio comprido e deu uma batida leve de asas. - Rapaz, que encrenca, hein? Mas olha, hoje é o seu dia de sorte! A pausa dramática que se seguiu a esta frase de efeito foi muito mais irritante do que constrangedora. Afinal, cansado, me entreguei. - E por que, Oswald? Completamente satisfeito em me ouvir fazer uma pergunta tão besta, Oswald estufou o peito emplumado e disse, enquanto piscava um de seus enormes olhões: - Acontece que teu novo chapinha é uma coruja falante que passa os dias no ombro da deusa da sabedoria, garotão! Tu tá com essa cara de sono, então deixa comigo, sacou? Vai dar uma roncada que eu cuido de tudo. Você vai ver, tá comigo, ta com deus. Entendeu? Tá com deus, ahahahahah! É preciso que eu reafirme: qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, é válida para que eu escape do árduo trabalho de pensar sobre a faculdade. Assim, não chega a ser surpresa que eu tenha ido dormir feliz no colchão do escritório, enquanto Oswald teclava como um tarado, redigindo meu trabalho de faculdade. Nos meus sonhos, um banco de plástico branco corria pelas planícies, beliscando vorazmente a bunda de Minerva.
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| :: Por Caco, o Sapo às 08:43 PM :: Add a Comment |
| September 18, 2006 |
Interrompemos nossa programação para uma viagem inesperada à Brasília (eu tenho um palavrão guardado pra cada político ladrão, aqui na minha bagagem). Voltamos em 15 dias com nossa porgramação anormal. E isso não é brincadeira.
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| :: Por Caco, o Sapo às 05:44 PM :: Add a Comment |
| September 23, 2006 |
| Naaaaaaaaaah, vai!!!! Hipocrisia das boas, essa. Sexo e mulher peladona na novela pode, comercial de cerveja com mulher-objeto-descartável pode, mas umazinha no mar, longe dos olhos dos outros (menos de um desocupado e pilantra, que ganha dinheiro filmando a vida dos desavisados), aí é o fim do mundo, é motivo pra barulho, quebra de contrato, chamar a moça de vagabunda. Praia não é lugar disso, ok. Mas quem nunca brincou na praia? Não jogo pedra não, porque também já me diverti no vai e vem do mar. Tá certo, Cicarelli, é uma delícia mesmo. Foda (ops!) é que, sem camisinha, a vida fica meio perigosa. Falar nisso (em praia, mar, não em foda) Brasília parece uma cidade de praia. No calor e no visual. Só faltou o mar dar o ar da graça. Também, que diferença faz? Estou trabalhando em pleno sábado...
PS: VOAR!!! VOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAR!!! Voar é a coisa mais legal da face da Terra. Tá pau a pau com indiscrições no mar... |
| :: Por Caco, o Sapo às 12:36 PM :: 5 comments |
| September 26, 2006 |
| Finalmente, alguém trabalhando em Brasília... Eu, naturalmente. Mas sobra algum tempo para o mínimo de turismo: Quem nunca comeu melado, quando voa tira foto até do avião.
Não pode usar celular. Mas pode tirar foto. Então liga-celular-tira-foto-desliga-celular, antes da aeromoça comer teu toco. Tudo por fotos das manadas de nuvens. E sim, eu fiquei com torcicolo, porque eu fiquei na janelinha olhando láááááááááá pra baixo o vôo todo. Voar é foda!
Minha “casa”, o hotel JK. Juça, para os íntimos.
Na seta vermelha, o shopping Brasília, onde a gente almoça quase todo santo dia. Tudo bem, tem umas moças lindas por lá... Na seta azul, o prédio da Brasil Telecom.É aonde a gente trabalha todos os dias. Tudo bem, também tem umas moças bonitas por lá. O ponto de interrogação mostra a área aonde deve estar meu hotel.Na hora eu me confundi, achando que ele estava em outra área,e assim já nem sei direito onde ele ficou.Tudo bem, tudo é hotel por ali... |
| :: Por Caco, o Sapo às 06:15 PM :: 4 comments |
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| .ie 5+ . .respeito .feedbacks |
| Kermit, the Fight Frog |
| .Estudante de Ciências Sociais na USP, doido de pedra. .Pretende se tornar um antropólogo - arqueólogo (sua carreira estará literalmente em ruínas). .Rock de quase todos os tipos. .Ao invés de soltar o Tyler Durden que há em cada um de nós pelas ruas, solta o verbo aqui nesse pedaço virtual de realidade humana. .Yeah , eu sou o paliativo dos humores de Jack... |
| Clube da Luta, por Caco |
| Arquivos Arquivos do CC Net Arquivos do Blig Stop Where is my mind? Way out in the water, see it swimming With your feet on the air and your head on the ground Try this trick and spin it, yeah Your head will collapse if there's nothing in it And you'll ask yourself Where is my mind? But God licks your face - just like your dog Succulent white, secrete revenge, god gives right for you & your laws, you kill & dine, in cold sublime We don't need who you think you are |
| Warning! |
| If you are reading this then this warning is for you. Every word you read of this useless fine print is another second off your life. Don't you have other things to do? Is your life so empty that you honestly can't think of a better way to spend these moments? Or are you so impressed with authority that you give respect and credence to all who claim it? Do you read everything you're supposed to read? Do you think everything you are supposed to think? Buy what you're told you should want? Get out of your apartment. Meet a member of the opposite sex. Stop the excessive shopping and masturbation. Quit your job. Start a fight. Prove you're alive. If you do'nt claim your humanity you will become statistic. You've been warned... Tyler |
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com o auxílio do Adobe Photoshop 7.0 e Dreamweaver 6.0. O gráfico é uma montagem com várias fotos do filme Fight Club. A blogagem é garantida pelo Tabulas. |
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